Estou, há um bocado, despegado de mim.
Irrita-me tanto, desespera-me tanto, ver emprestadas ao esquecimento todas as possíveis descobertas que houvera vindo a consolidar.
Mas a paciência é aborrecida, de tão improdutiva que é esta minha parede de tremura.
E de repente, do som de sonar mas reduzido de impacto, pelo que irritantemente insignificante na sua tortura, mergulha uma susceptibilidade interior, uma como que lágrima antiga que se acende por dentro do não existir já, nem nunca, e remexe de húmido o imenso despojo pastoso, sem contudo acordar o torpor de mim em si imerso sono.
Complicadamente me prossigo inclinação corporal na beira de uma mesa gigante e suja de restos de um almoço aflito de esmigalhadamente inconcluso, não bastante, mas igualmente imenso.
A nódoa disseca-se suja e complicada, para que eu ressurja pouco mais que nada.
Todo o compreender serve para descompreender, ao que se finge por hábitos, o enraizado do óbvio próximo por se arrancar para longe o fulcral.